Wednesday

Praia da Luz


A Vila da Luz, é uma vila piscatória, tem origem no nome da Igreja da Nossa Senhora da Luz, a qual foi gravemente danificada pelo terramoto de 1755 e reconstruída pelos próprios populares.
No cimo da Rocha Negra, uma formação vulcânica que se estende num filão proveniente da Serra de Monchique, a vista é simplesmente espectacular, lá em baixo a praia de areia fina e esbranquiçada, beijada por um mar calmo e transparente, proporcionando um bem-estar relaxante.
Visite as Ruínas Romanas da Vila da Luz, a céu aberto, imagine como seria as férias dos Romanos, um balneário para actividades termais e um complexo industrial constituído por tanques de salga de peixe. A história da vila da Luz remonta a tempos longínquos , a prova disso são os os vestígios arqueológicos dos diversos povos que na zona se estabeleceram desde o paleolítico, os fenícios, gregos, romanos e árabes, deixaram suas raízes culturais milenares, ainda bem presentes nos dias de hoje.
Dedicada á actividade piscatória e indústria conserveira do atum e sardinha até a década de 70, teve o seu fim fase á decadência da indústria conserveira, passando a dedicar-se somente á pesca local em pequena escala.
Actualmente focada para o turismo familiar, tornando-se num destino de férias preferido especialmente por ingleses, desde há já muitos anos, inclusive consta que a seguir ao 25 de Abril, a bandeira inglesa foi hasteada, mas sem sucesso.
A sugestão que vos deixo, não pensem que se trata apenas de uma visita, é mais um dar a mão, o explorar, o aproximar, daquilo que nos pertence, que apesar de estar perto, ao mesmo tempo tão longe, tão distante ficamos sempre daquilo que mal conhecemos. Por isso mesmo, vá de autocarro, (careiras regulares entre Lagos e a luz), depois de uma sardinhada, num dos restaurantes à beira mar, tire a camisa e caminhe de regresso a Lagos, pelo cimo da Rocha Negra que liga a Luz à Praia do Porto de Mós. Uma excelente sugestão, para aqueles que utilizam muito o automóvel, vai ver que na segunda feira, vai encarar o trabalho com um sorriso estampado no rosto, e um desejo forte de lá voltar.

Vila do Bispo


Vila do Bispo vive encantada na atmosfera de lendas e histórias antigas do tempo em que os bravos navegadores portugueses deram "novos mundos a conhecer ao mundo". Na vila, de casario branco semeado entre colinas de urzes e rosmaninho, elevam-se rústicos moinhos, tristes e desolados porque perderam as velas, que em tempos mais felizes, dançavam ao vento. A caminho de Sagres, de passagem pela povoação, não deixe de visitar a Igreja Matriz bonita pelas suas imagens e azulejos do século XVIII.
O promontório de Sagres avança sobre a imensidade do oceano, evocando a misteriosa figura do Infante D. Henrique e a época áurea dos Descobrimentos. Dentro das muralhas da fortaleza, perdura a enigmática rosa dos ventos desenhada no solo com pedras toscas, que partem de um centro comum. Fora do recinto, dois ou três vendedores trocam as tradicionais camisolas da tã, as colchas e naperons de renda por alguns euros.
Por entre a bruma nostálgica dos dias cinzentos, recorta-se o cabo da São Vicente, local de importantes batalhas navais. Vá até ao promontório sagrado, onde se ergueram santuários a deuses esquecidos e disfrute de um magnífico espectáculo natural, em que o rugido das vagas embatendo nos rochedos se mistura com o azul-esverdeado da água cristalina.

photo- Praia do Castelejo

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Saturday

Lagos


A larga e colorida marginal de Lagos espelha a beleza e a diversidade de encantos que a cidade encerra. A avenida dos Descobrirnentos, com troços de muralhas viradas para o mar, estende-se até à doca, que vive do eterno frenesim de barcos que chegam e partem, com homens que, desde muito cedo, aprenderam os segredos dos oceanos. Observe os pescadores que, pela milésima vez, preparam mais um dia de faina e saiba das esperanças que a estátua do Infante D. Henrique, de olhos fixados no mar, alimenta sobre novos descobridores e gloriosas viagens.
As labirínticas e estreitas ruas tornam a condução em Lagos um autêntico quebra-cabeças, quanto mais não vale um descontraido passeio pedonal pela cidade, que fervilha de côr e movimento traçado por conterrâneos e estrangeiros que se cruzam com a indiferença que brota do hábito e da familariedade, aproveite para conhecer a igreja de São Sebastião, detentora de um explêndido portal renascentista, abriga a Imagem de Nossa Senhora da Glória, proveniente de um navio naufragado no sêculo XVIII.
Após passar pela igreja de Santo António, sente-se numa das esplanadas da Praça Gil Eanes e deixe-se cativar pelo D. Sebastião, de rosto cândido e comovente expressão de criança perdida, esculpido por Cutileiro.

photo by Nimeacuerdo (Porto de Mós)

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Sunday

Vila Real de Santo António


O espanhol ecoa pelas ruas quase fazendo esquecer que a terra é portuguesa. Vila Real de Santo António tem Aiamonte por companheira e, entre elas, o Guadiana troca promessas de harmoniosa Gonvivência.
No jardim marginal, a brisa que vem do rio atenua o calor do sol do pico do dia e refresca o vai e vem de pessoas que da outra margem chegam no ferry. As gentes encaminham-se para a praça do Marquês de Pombal, aprazível terreiro que congrega a Igreja matriz, o tribunal e, ao centro, um obelisco em homenagem a D. José I. Daqui parte-se para o centro pombalino de ruas e quarteirões traçados pelo esquadro do iluminismo e enfeitados com as mil cores do bazar espalhado pelos passeios. Aproveite para comprar um dos típicos cestos de cana antes de mergulhar nas cálidas águas da praia de Monte Gordo. Seguindo o Guadiana chega-se a Castro Marim, onde o rio predomina na paisagem por entre os secos e bucólicos horizontes que cercam o morro.
Na vila em dia de festa, a banda filarmónica anima as ruas e a população entusiàstica diverte-se com a maratona de futebol a decorrer tarde fora.
Do Castelo o olhar alcança o carácter retintamente algarvio das casas brancas, envolvidas pelo branco quadricular das salinas, ganha pão para muitos castro marenses. Para dias de repouso e férias, Castro Marim convida a um mergulho ou a uma tarde de pesca nas águas do Guadiana.

photo by Marjonnabar
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Saturday

Alcoutim


O Guadiana corre ligeiro com pres­sa de chegar ao mar. 0 seu curso leva a Alcoutim, a vila adormecida no tempo, onde se descobre a alma do algarvio ser­rano. 0 lençol azul do rio dá vida aos montes áridos que cercam a povoação e traça a linha de fronteira entre terras lusas e espanholas. Na outra margem, as gentes da aldeia ribeiri­nha de Salazur cumprimentam o povo de Alcoutim que solta novas ao vento. Sem dúvi­da um quadro de invulgar beleza e serenidade.
Para gozar plenamente este cenário entre no castelo, outrora arruinado mas hoje um verde­jante e aprazivel recinto excelentemente recu­perado, e deixe-se invadir pela atmosfera idíli­ca. Feche os olhos, respire o ar puro e fique a ouvir o sussurrar do vento, que acaricia a folhagem das árvores, neste castelo de encan­tar construido à medida do mais infantil e irreal dos sonhos.
Atrás da beleza percorra as ruas, pujantes de velhas tradições artesanais que mãos laborio­sas não deixam perder. As peças de olaria, as mantas, colchas ou tapetes são solicitações irrestíveis aos olhos e a deliciosa lampreia ou a pequena tainha são fortes tentações a todo o apreciador de um bom garfo.

photo by Thomas Barto
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Sunday

Tavira


No centro de Tavira, o rio Asseca é um espelho de luz e tranquilidade. 0 jardim na Praça da República, semeado junto às, serenas àguas, acolhe gentes de todas as cores e nacionalidades às quais a cidade anseia mostrar as suas qualidades. Ao cimo da Rua da Galeria, revela-se a Igreja da Misericórdia, um acolhedor templo de paredes interiores com azulejos do século XVIII. A capela-mor eleva-se sobre uma pequena escadaria e abriga um lindíssimo retábulo de talha dourada que, aliado a anjos do baldaquino, fazem deste um esplêmdido santuário renescentista. Continuando a subir as típicas ruas alcançam-se as muralhas do castelo, terna e pacífica morada da igreja de Santa Maria. Do parque, resguardado pela cerca, chegam doces aromas a flores viçosas e dele avista-se a Tavira espraiada no branco do casario onde, aqui e além, surgem as torres de igrejas a testemunhar a religiosidade de quem, ontem como hoje, diariamente desafia o mar.
Para enriquecer as imagens do Algarve puro e genuíno é imperativa uma ida à praia de Santa Luzia. A dois quilómetros de Tavira, o cenário natural é , simplesmente, fantástico. Na Ria Formosa, barquitos pintados de cores garridas ondulam sob as águas, que o sol torna cor de prata. No passeio, potes de barro fazem adivinhar a pesca do polvo e ao longe recorta-se a ilha de Tavira num mar de refrescante bonança. Demore-se por esta aldeia de pescadores, goze a imensa planície fluvial e talvez o seu olhar se cruze com um flamingo ou com a triste graça que treme de frio quando chega a orvalhada da noite.

Solomon`s photo

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Friday

Olhão


Ir a Olhão e visitar o porto é maravilhar-se com a alegria dos barcos pintados com as sete cores do arco-íris. No cais, os pescadores preparam as redes para mais uma noite no mar e, nos céus, sobrevoam gaivotas que lançam estridentes sons em busca de um peixe perdido. Olhão é uma cidade aliciante para viver um brando entardecer. Percorrer as típicas ruas do bairro dos pescadores e descobrir a influência marroquina nos gostos dos homens que, cubo sobre cubo, construiram as casas brancas. Tome particular atenção às chaminés, pequenas e atarracadas que, ao contrário de todas as outras chaminés algarvias, não têm rendilhados complexos mas uma singela forma de balão.
Para ter um excelente panorama sobre a pitoresca cidade virada para o mar suba à torre sineira da igreja Matriz e goze, sem pressas, as imagens dos recantos verdejantes e da ria Formosa pela sua fauna e flora únicas.
O marisco, os chocos com tinta ou as lulas cheias são três alternativas para saciar o mais feroz dos apetites, após se ter assistido ao pôr do sol num dos macios areais que a praia do Farol ou dos Hangares Ihe oferecem.
Na manhã seguinte poderá apanhar um barco e navegar até à Armona ou Fuseta, generosas ilhas corm excelentes condições para a prática de "Windsurf".

Acampm1`s photo
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Sunday

Faro



Saqueado por ingleses e devorado num incêndio em 1596, Faro renasceu das cinzas e cresceu em, elegância e dinamismo. Os frescos jardins à beira d'agua e a brancu­ra das casas brilhando ao sol oferecem-se ao visitante numa dádiva de prazer e vida.
Da cidade, adormecida no tempo sob o tórri­do sol algarvio, perduram ruas estreitas com janelas de guilhotina e varandas de ferro forja­do, autêntico retiro histórico na baixa fervi­Ihante de gente.
Uma visita atenta à cidade, que até ao século XI foi conhecida por Ossónoba, revela um for­midável centro cosmopolita, onde se mistu­ram barcos de pesca e recreio, museus, hotéis e casas apalaçadas - imagens de Faro a apreciar a cada passo.
Indo à sua descoberta, parta-se do Arco do Repouso aberto nas muralhas, construidas sobre a anterior fortificação árabe. Reza a História que D. Afonso III terá aqui repousado e ouvido a missa após a rendição dos mouros. O arco é simples e encerra a pequena capela de Nossa Senhora do Repouso. Transposta a porta dá-se um salto para a dimensão ances­tral das ruas tímidas e tortuosas do bairro de Vila-a-Dentro, o mais antigo de Faro. Passeie com calma e, de olhos postos na beleza das fachadas que desvedam segredos da cidade secular, chegará à praça que se orgulha do Convento da Assunção, pela sua cúpula bran­ca e pela torre, que espreita entre os telha­dos.
Atrás de um ou outro turista de ar mais exóti­co alcança-se o Largo da Sé, rodeado de casas que convivem em sã harmonia, com o seu jogo de telhados, fieiras de janelas e sim­ples, mas belos, ferros forjados. Longe do bulí­cio das praias, a Sé é uma mistura de gótico, renascença e barroco. A dissonância exterior e repetida no seu interior, todavia, uma certa grandiosidade provêm desta igreja multiface­tada, na qual o erguer dos olhos revela um magnifico orgão quinhentista.
Templo de original e raro fausto é a igreja da S. Francisco. Esplendorosa, emana uma atmosfera intimista que se perde por entre a riqueza das pinturas, talha dourada e dos pai­néis de azulejos que a adornam.
Ao sair, caminhe até á marina, junto ao estrei­to canal que comunica com a ria Formosa. Entre na Igreja da Misericórdia e vá pensando no apetitoso arroz de lingueirão ou nas amei­joas na cataplana que poderá apreciar ao almoço.
À tarde, após um percurso petos Museus de Faro, as ruas da área comercial tentam o visi­tante a comprar os tradicionais objectos fabri­cados nas olarias espalhadas pela cidade. Não perca a cabeça nem perca tempo porque o Palácio do Governador ou as ruínas do Milreu e o sumptuoso Palácio de Estói são um chamariz para a visita desta típica aldeia algarvia.
No final do dia deixe-se envolver pela fresca brisa que corre junto à ria Formosa ou condu­za até à ilha de Faro onde poderá jantar com o pôr do sol.

Ajvlasman`s photo
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Friday

Silves


Capital do reino do Algarve, Silves guarda a riqueza e o fausto que, em eras idas, atraiu a cobiça de Vikings e Mouros. Banhada pelo rio Arade, a cidade renasce diari­amente para a vida e dá-se a conhecer em passeios feitos de passado e história. Junto ao Torreão das Portas da cidade, nos agradáveis Paços do Concelho, enfeitados por palmeiras e por um fontenário, gente de rostos queima­dos pelo sol impiedoso, goza o merecido des­canso do guerreiro. No interior da fortificacção de pedras castanhas cor de barro, subsiste a Silves antiga, com uma identidade imune á agitação e corrupção da Silves maderna. Ladeira ingreme acima alcança-se a magnífica Sé, santuário de silêncio e beleza, que ema­nam das sóbrias pedras, das abóbadas arte­soadas e das elegantes janelas pintadas com vitrais. Ao lado, ergue-se a Igreja da Misericórdia e, mais á frente, o castelo coroa o morro com quatro imponentes torreões e um baluarte. No seu seio encerra vestígios do palácia do última rei árabe de Silves e duas antigas cisternas exploradas por romanos e árabes.
Para apreciar Silves com toda o seu esplendor deve subir-se aos miradouras naturais dos montes Branco ou da Jóia, mas näo sem antes admirar de perto a Cruz de Portugal, primorosa escultura religiosa com duas faces de fino lavor representado Cristo crucificado e a descida da cruz.

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Monchique


Pitoresca e encantadora vila serra­na, Monchique, perfumado por essências florestais, é o Algarve em frescura. Pela verde Serra, entre matas de castanheiros, sobreiros, pinheiros e eucaliptos chega-se ao centro da povoção, onde uma velha nora, de ferro enegrecido pela corrusão dos anos, ofe­rece àgua gelada aos visitante.
Apesar de longe das praias, os forasteiros enchem as ruas de côr e, com interesse, par­tem à descoberta do singelo património de Monchique. Na Igreja Matriz, de estilo manue­lino, o altar-môr de talha dourada resplandes­ce com os raios de sol, que penetram por entre os vitrais das janelas. Um pouco mais à frente, a igreja da Misericórdia serve de abrigo a dois cães que dormem o sono dos justos, protegidos do calor do dia.
Ir a Monchique é piquenicar no meio da serra, contemplar a extasiante paisagem que alcan­ça, ao longe, o mar turquesa, encher os pul­mões de ar puro e o espirito de bucolismo.
A caminho de Portimão, as Caldas de Monchique são um paraíso de infindável pra­zer e tranquilidade. Recolhido no fresco da vegetação, o cantar das aves ecoa no seio do castiço complexo turistico. No centro um forno a lenha aquece o pão que é servido no barzinho do lado e, no eimo, uma capelinha chama os devotos que se perderam nas casas de artesanato ou no saborear de um gelado numa das agradáveis esplanadas.
Photo by Vitó

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Tuesday

O Remexido


Remexido, nome por que ficou conhecido José Joaquim de Sousa Reis. Foi um célebre guerrilheiro algarvio, que nasceu no Algarve, 19 Outubro1796, em Estombar. Casou-se em S. Bartolomeu de Messines. Deve-se, aliás, ao seu casamento, o nome por que ficou conhecido, já que se rebelou (remexeu) contra o seu tutor, que lhe proibia o casamento. Era um homem de posses, capitão de ordenanças, além de exercer a função de recebedor do concelho. Servindo D.Miguel, derrotou, em conjunto com o general Tomás Cabreira, o famoso Sá da Bandeira, na batalha de Sant’ Ana. Estava-se na época da guerra civil, entre liberais e miguelistas. Quando o primeiro duque da Terceira tomou conta do Algarve, o Remechido escondeu-se na serra algarvia, onde, recorrendo a uma áctica de guerrilha e apoiado por serranos, venceu sistematicamente as tropas governamentais. Diversos crimes foramcometidos em seu nome e rapidamente se tornou uma lenda de temor que se espalhou até ao Alentejo. Contudo, estudos recentes parecem ilibá-lo de tais crimes e acções ignominiosas. De facto, queimaram-lhe a casa, açoitaram-lhe publicamente a mulher por não revelar onde ele se encontrava escondido e, por fim, mataram-lhe um filho de 14 anos.Revoltado contra tal crueldade, vingou-se como podia e jamais se entregou,mantendo a sua acção de guerrilha mesmo depois da Convenção de Evora monte. Procurava castigar os que os perseguiam, mas perdoava aos soldados que lhe caíam nas mãos, porque desempenhavam um serviço que eram obrigados a fazer. Por fim, foi capturado, levado a Conselho Guerra e fuzilado em Faro. Julgado por um Conselho pouco simpatizante da "causa miguelista", e mesmo tendo-lhe a rainha D. Maria IIconcedido o perdão, tal ordem não foi cumprida e fuzilaram-no por interesses políticos e pessoais. Fonte Wikipedia

Aui encotra a historia completa deste Algarvio:

http://www.remexido.web.pt/

Saturday

Portimão (Ferragudo)


A sardinha prateada faisca nos ces­tos que chegam ao cais de Portimão, elevado de pequeno centro piscatório a grande centro de férias. Povoado desde tempos pré-históricos, a cidade conserva os vestigios do passado feita de aventuras de corsários e piratas e do dominio arábe. A fortaleza de Santa Catarina, na praia da Rocha. é testemu­nha dos ataques às embarcações que,ruma a outros portos, passavam, ao largo, carregadas de tesouros e especiarias. Na luxuriosa praia da Rocha. a silhueta da fortaleza reflecte-se nas limpidas e suaves águas. que banham o extenso areal convidando aos prazeres do soI. Se preferir simplesmente evadir-se na leve ondulação das aguas e perder o olhar nas curiosas formacções rochosas, saiba que a esplanada da fortaleza e 0 miradouro ideal para encontrar 0 clima intimista nesta praia sem igual.

Ao final do dia, ao sabor do vento fresco, ali­via dos ardores do soi algarvio,passeie pelo centro de Portimão, por ruas invadidas peto burburinho de pessoas que convivem em esplanadas e pela côr do artesanto exposto nos passeios. Não deixe de visitar a Igreja Matriz e o largo 1 de Dezembro, adornado de bancos com azulejos ilustrativas de irnportantes acontecimentos que fizeram a História de Portugal.

Perto da hora de jantar rume até junta do porto de pesca, onde pitorescas tabernas Ihe servem sardinhas assada na brasa, acompanhada de pão caseiro e uma óptima salada de pimentos.

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http://www.cm-portimao.pt/portal_autarquico/portimao/v_pt-PT

Aljezur



Habitado desde tempos pré-histó­ricos, Aljezur conserva importantes traços da cultura mirense e vestígíos da passagem de romanos e árabes. Do castelo, alcandorado no alto de uma colina, avista-se a pitoresca vila algarvia, povoada de gente simples, de vidas desprovidas de grande conforto e costas vergadas no árduo trabalho do solo segundo métodos tradicionais. Embora em deplorável estado de conservação. O castelo mantem intacta a cerca e as duas torres que sobem aos céus. A nova Aljezur cresceu, regradamente, longe da sua protecção, mas a velha vila, de tranquilas ruas, continua próxima da sua guarda. Entregue-se aos prazeres simples, passeie pela pacata povoação e saboreie uma caldeirada bem apurada. Antes de correr atrás do ar vivificante das praias limitrofes, leve como recordacção uma manta de trapos ou cestos em vime.À volta de Aljezur estendem-se vastas planicies de água e finos areais convidativos à solidão e à fuga das grandes multidões. A praia da Arrifana, aconchegada entre penedias, apela a um refrescante mergulho. Do miradouro, junto às ruinas da fortaleza setecentista, a imensidão do mar que banha as majestosas escarpas num festival de branca espuma faz temer pelos frágeis barcos que, melindrosamente, flutuam ao sabor das ondas. Na linha do horizonte, o azul do mar beija o azul do céu e no alto da falésia a leve brisa traz o cheiro da maresia.

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Wednesday

A Lenda das Amendoeiras


Era uma vez um rei que vivia sozinho num palácio. O rei já tinha pedido namoro a muitas mulheres, mas o seu coração não as queria. Um dia o ministro deu-lhe um conselho:
- Majestade porque não vai procurar namoro para os lados do Norte?
Assim foi...O rei montou-se no seu cavalo e foi até ao Norte, e viu logo uma princesa linda com cabelos loiros e olhos azuis. O rei ficou apaixonado pela princesa. A princesa gostou muito do seu novo palácio e quis conhecer toas as pessoas do reino... O rei amava a princesa e ela também o amava muito. Ela passava os dias à janela, muito triste. O rei não sabia o que fazer. Ele oferecia –lhe jóias, tecidos e um cavalo.
Um dia o rei descobriu que a princesa tinha saudades da neve. Como não nevava no Algarve, o rei mandou plantar muitas amendoeiras à volta do castelo. A princesa ficou muito feliz porque agora quando vinha à janela, já via tudo branquinho. As flores das amendoeiras substituíram a neve.

Jardim das Cores

21 ViewToLagos


Desejo todas as cores desta vida, todas as alegrias que puder sorrir.
As cores sempre estiveram presentes em nossas vidas, prova disto é a manifestação da natureza com suas cores expondo vida e beleza aos nosso olhos.

Tuesday

S. Vicente "Promontorium sacrum"

Os romanos chamavam-lhe "Promontorium sacrum" . Actualmente tem nome de S. Vicente porque diz uma lenda que o barco que levava para Lisboa o corpo desse santo (martirizado em Valência, Espanha, no séc. IV) naufragou e deu à costa nesse zona. Nos séculos seguintes o corpo do santo teria sido guardado por corvos até, finalmente, chegar a Lisboa em 1173. A luz do Farol do Cabo de São Vicente é das que se vê a maior distância (mais de 60 km). A óptica do farol pesa quatro toneladas, está entre as seis mais pesadas do mundo.
A Fortaleza de Sagres já é a maior maravilha do Algarve, na minha opinião não é a fortaleza que merece esta destinção mas sim todo este monumento natural do Promotório Sagrado, a força do mar, sua fantasia e histórias, esta janela aberta para o mundo com os navios de carga num vai e vem como pano de fundo, é de facto um local extraordinário, comparável ao Grand Canyon ou às Cataratas do Niágara. A Fortaleza de Sagres em si teve uma intervenção muito negativa a nivel de restauro com o projecto do arquitecto João Carreira há uns anos atrás, e é o que está á vista.
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